Os atos antidemocráticos do último dia 7 de setembro, puxados pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) ficaram marcados por críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal), principalmente ao ministro Alexandre de Moraes. A Corte reagiu e manteve as prisões e pedidos de busca e apreensão de financiadores dos atos. Para a juíza Karen Luise, da 1ª Vara do Júri, de Porto Alegre, a independência seguirá como um “norte e referência da magistratura”.