Apesar de reconhecer as limitações impostas pela pandemia, Zeca Baleiro ainda acredita no poder transformador da arte.

“Mesmo a arte mais rápida, mais ligeira, mais popular, que às vezes é feita para um desfrute e uma digestão rápida, mesmo aí, há um filosofia embutida, que mobiliza as pessoas, que faz as pessoas tomarem atitudes com relação a sua própria vida e o seu destino”, define.