Para a socióloga e cientista política Adriana Marques, isso evidencia que o legado da missão foi utilizado por esses militares como capital para atuarem no contexto político brasileiro, em detrimento de uma atuação mais qualificada do Brasil dentro da Organização das Nações Unidas (ONU) e ressalta que a expectativa de que os militares brasileiros voltassem da missão com princípios democráticos mais enraizados não se concretizou.