A atriz e escritora Elisa Lucinda da voz ao fluxo de pensamentos sobre o Brasil contemporâneo com o livro “Quem me leva para passear”. Ao contrário de muitos ilustres, ela nunca deixou de se posicionar como uma ativista do movimento negro. Mas a escolha de não ser apenas uma espectadora da vida pública brasileira, explica, “tem um preço”. Sua impressão é a de que seus posicionamentos já lhe custaram trabalhos.

Confira a entrevista completa.